REPASSEADO

A Repasseado emergiu no verão de 2019 para consolidar o trabalho de uma equipa com 20 anos de experiência na produção de concertos e digressões em festivais e salas de todo o Mundo. Foram responsáveis pela carreira dos Dazkarieh durante 15 anos. Banda que fez um percurso notório em festivais do Mundo inteiro, mostrando que Portugal ainda tinha muitas cartas para dar na música de raíz.

A Repasseado procura agregar uma comunidade de artistas da vanguarda da música portuguesa. Vanguarda esta que passa cada vez mais pela inclusão de elementos da nossa cultura e identidade em conjunto com as linguagens mais actuais.

Nos últimos anos a equipa Repasseado tem estado activamente envolvida nas carreiras dos seus artistas que já tocaram em festivais como a Womex, Reepperbahn, Eurosonic, Rudolstadt, Kaustinen, Viljandi, Dranouter, Live at Heart, Exib Musica, FolkHebst, WestWay Lab, Med, Iminente, Artes à Rua, etc., e na produção de projectos educativos e envolvendo comunidades locais. Também se consolidaram em rádios e charts nacionais e internacionais e tiveram criticas em importantes revistas de world music como a Songlines, Folker, fRoots e Folkworld.

A Repasseado aposta no agenciamento e management dos seus artistas mas também engloba um saber-fazer que vai do conhecimento etno-musical às novas tecnologias como video-mapping, desenho de luz com programação em time code e live looping.

A consolidação nacional e a internacionalização dos artistas Repasseado é, sem dúvida, um ponto fulcral de um trabalho que procura dar a conhecer ao Mundo uma identidade musical portuguesa emergente.

Artistas

SEIVA
OMIRI
A CANTADEIRA
BICHO CARPINTEIRO
DA SEIVA Á ARVORE
LUSITANIAN GHOSTS

SEIVA

Seiva é música de identidade portuguesa a mostrar a força vital da oralidade rural e da urbanidade.
Seiva é um olhar feminino sobre a alma portuguesa, presente nas canções de trabalho, nas romarias, nos adufes e pandeiros, ritmos antigos e canções de fé, com especial ênfase nas mulheres que protegem, e acolhem e conhecem todos os males. Estas Mulheres são de uma ancestralidade imemorial, também conhecidas por “Senhoras”: como a “Senhora do Leite”, “Senhora dos Remédios ou a “Virgem da Consolação”, invocadas em cantos que transformam a fé em verdadeiros actos de cura. Joana Negrão encarna cada uma destas “Senhoras” na sua performance e a elas se entrega com amor e devoção em cada canção.
Seiva encontra nos cantos femininos tradicionais portugueses a raiz da sua identidade e ganha ainda mais eco com Rita Nóvoa, que alia graciosidade e força nos tambores que fazem o coração bater mais forte. Ritmos que o tempo vai deixando para trás mas que se reinventam em novas vidas e em novas texturas. Seiva também existe na viola braguesa, e no cavaquinho de Vasco Ribeiro Casais e olha em frente para desbravar novos caminhos, misturando a tradição com electricidade sem pudores nem purismos.
Os Seiva são uma das mais originais e internacionais bandas do panorama folk em Portugal. Iniciaram a sua carreira em 2014 com o objetivo de fazer um projeto musical totalmente baseado na música de tradição oral portuguesa. Herdeiros dos extintos Dazkarieh, Vasco Ribeiro Casais e Joana Negrão trouxeram para os Seiva a sua vontade em explorar ainda mais a música tradicional Portuguesa, presente nas canções de trabalho, nos adufes e pandeiros, nas canções de fé e em instrumentos como o cavaquinho, a viola braguesa e as gaitas de fole.

Mobirise

Editam o seu primeiro disco em 2015 utilizando apenas instrumentos tradicionais e misturando-os com os seus temas originais, com eletrónica e eletricidade. “Dura de Roer” o single de estreia fez parte da playlist da TSF e de algumas rádios internacionais, Radio Dreyeckland na Alemanha, Radio Popolare em Itália, e Les Rutes del So em Barcelona, que nomeou o disco de estreia dos Seiva como o 2o melhor de 2015. A banda tocou um pouco em salas e festivais em Portugal e recebeu boas críticas das imprensa internacional como a fRoots (U.K.), Songlines (U.K.), Folker (DE), Folkworld (DE), críticas essas que abriram as portas a concertos fora de Portugal como Folk Hebst (Alemanha), Eurofonik Festival em Nantes (França), Ghanafest Festival (Malta) e Night of the Arts em Helsinki (Finland).
Em 2019 foram galardoados com o prémio “Impulso” atribuído pela rede de periodistas ibero-americanos no festival Exib Música. Em 2020 foram seleccionados para showcases no WestWay Lab (via live stream), no BIME City of Bilbao e na SIM São Paulo (transmissão do concerto do WestWay Lab), e também para o catálogo de artistas da INES Talent 2020.

Em 2021 participaram (via live stream)no Festival NAMM nos Estados Unidos e actuaram na cerimónia de abertura da Womex.
2022 é já marcado pela edição do seu 2º disco “Murmúrios e outros rumores”.

Sem pudores nem purismos, os Seiva fazem com que as raízes portuguesas ganhem um novo significado nos dias de hoje.

Joana Negrão: Voz, Gaita-de-foles Portuguesa, Adufe;
Vasco Ribeiro Casais: Braguesa, Cavaquinho, Adufe, Gaitas-de-foles Portuguesas;
Rita Nóvoa: Percussões Portuguesas;

OMIRI

Omiri é um dos mais originais projectos de reinvenção da música de raíz portuguesa.
Para reinventar a tradição, nada melhor que trazer para o próprio espectáculo os verdadeiros intervenientes da nossa cultura; músicos e paisagens sonoras de todo o país a tocar e a cantar como se fizessem parte de um mesmo universo. Não em carne e osso mas em som e imagem, com recolhas de video manipuladas de modo a servir de base para a composição e improvisação musical de Vasco Ribeiro Casais.

Omiri é, acima de tudo, remix, a cultura do século XXI, ao misturar num só espectáculo práticas musicais já esquecidas, tornando-as permeáveis e acessíveis à cultura dos nossos dias, sincronizando formas e músicas da nossa tradição rural com a linguagem da cultura urbana.

Nos ultímos anos Omiri consagrou-se como um projecto internacional, levando toda a portugalidade aos quatro cantos do mundo e actuando nos maiores festivais nacionais e internacionais como a Womex, Reepperbahn, Eurosonic, Rudolstadt, Kaustinen, Viljandi, Dranouter, Live at Heart, Exib Musica, Iminente, WestWay Lab, Med, Artes à Rua entre muitos outros.

O seu album "Baile Electrónico" esteve no top 3 nas tabelas World Music Charts Europe (Setembro 2017).

Em 2020 foi galardoado com o Prémio Inatel nos Iberian Festival Awards.

Paralelamente aos concerto de palco também desenvolve projectos especiais com o envolvimento das comunidades locais e direcionados a regiões especificas como os espectáculos únicos em Évora, Pombal, Alcanena, Tomar e Setúbal, dos quais resultaram os livros/ cds : “Alentejo vol.I: Évora", “Beira-Litoral e Ribatejo vol.I: Pombal, Alcanena e Tomar e “Estremadura vol.I: Setúbal”, sem dúvida obras primas que re-intrepretam toda a cultura de uma região.

Mobirise

"For some years now, Vasco Ribeiro Casais has built a well-earned reputation for being one of the most original and exciting musicians to pick up on the Portuguese traditional rhythms and smash them against other European folk forms alongside is sober use of electronics. His project OMIRI remains a facisnating demonstration on how to do this.(...)" in Songlines (UK)

““Baile Electrónico” tem aqui verdadeiros momentos de génio de um multi-instrumentista, arranjador, produtor de rara sensibilidade(...) está ainda um disco enorme.” in ofado.pt

"Ein Album, das sowohl zuhause als auch im Tanzklub umme Ecke bestens funktioniert. Wohltuend anders!" in sound-and-image.de
"This recording has energy and coherence, and is one more step forward on an interesting artist's journey." in rootswold.com

(...) “uma harmonia entre o som e o vídeo, o rural e o urbano”(...) in tracker-magazine.com

(...) “um dos concertos da noite.” (...) (Festival Bons Sons 2014) in altamont.pt

(...)”a potência sonora da tradição nos nossos dias.”(...) in amusicaportuguesa.blogs.sapo.pt

(...)”um novo sinónimo para a palavra 'festa'”.(...) inSofar Sounds Lisboa

(...)"um dos mais criativos e interessantes artistas da actual cena musical nacional." in infocul.pt

A CANTADEIRA

A CANTADEIRA é Mulher, Mãe, Cantora, Gaiteira, Adufeira, que digita melodias, ruídos cadenciados, murmúrios e aboios vagos. Canta a identidade numa tapeçaria de vozes, como linhas que se entrelaçam umas nas outras. A CANTADEIRA procura inspiração nas mulheres de antigamente e nas de hoje, nas nossas mães, tias e avós que com as suas vozes nos embalaram, acolheram, criaram e nos deixaram o seu legado feminino forte e emotivo.

A CANTADEIRA é Joana Negrão, com um percurso musical ligado à música de tradição oral portuguesa, desde os Dazkarieh até aos Seiva actualmente.

Mobirise

Apresenta-se a solo num espectáculo em que a voz é o fio condutor para paisagens sonoras ancestrais e actuais. Recorrendo à gravação constante de camadas de vozes sobrepostas gravadas ao vivo e em tempo real A CANTADEIRA tem Voz (es) de Mulher.

Joana Negrão: Voz, Loops Vocais, Adufe, Pandeireta, Bombo, Gaita-de-fole Portuguesa;

BICHO CARPINTEIRO

O Bicho Carpinteiro apresenta um rock instrumental e um folk “musculado” regado a viras, fados, chulas e lenga-lengas servidos numa bandeja de ambientes eletrónicos temperados com toda a riquesa que a tradição portuguesa têm para oferecer.

Mobirise

Violas braguesa e beiroa e cavaquinhos electrificados, bombos tradicionais e adufes quitados e lenga-lengas com auto-tune são as ferramentas que Vasco Ribeiro Casais (Omiri, Seiva, Dazkarieh) e Rui Rodrigues (Casuar, LOT, Uxukalhus), dois músicos com “bicho carpinteiro”, usam e abusam para trazer o caldeirão nostálgico de Portugal a uma nova luz.

DA SEIVA À ÁRVORE

“DA SEIVA À ÁRVORE” é um espetáculo-oficina acompanhado de um livro ilustrado com as canções apresentadas (letras e partituras) e pequenas actividades pedagógicas baseadas nos conteúdos das canções. É uma criação dos SEIVA para convidar os mais novos a conhecer melhor a música tradicional e a identidade cultural do nosso País. “DA SEIVA À ÁRVORE” quer dar a conhecer o passado musical através das canções que faziam parte do quotidiano num passado recente: as canções ligadas aos ciclos agrícolas, às romarias, às festas. Realidade de um país mais rural que cantava, numa altura em que as grandes máquinas ainda não tinham invadido os campos.

“DA SEIVA À ÁRVORE” questiona: E agora, ainda se canta? O que cantamos hoje, no nosso dia-a-dia? Existem Gaitas-de-fole em Portugal? E esse instrumento quadrado, o que é? Quem é a Senhora do Leite? A Margaça é uma planta? A murmuradeira é vizinha de quem? Questões que ficam no ar mas que não ficarão sem resposta. Neste espetáculo, as crianças e jovens terão oportunidade de estar num concerto profissional, mas com a hipótese de interromper, conversar com os músicos, questionar sobre os instrumentos, como funcionam, de que zona do país são oriundos e perceber melhor sobre as canções.

Mobirise


“DA SEIVA À ÁRVORE“ tem como objetivo recuperar a conexão dos públicos mais jovens, ainda em idade escolar, com a sua própria cultura e proporcionar-lhes a experiência de um concerto ao vivo, sem puris- mos, nem paternalismos. A nossa cultura está viva e quer ser conhecida por todos.

O livro tem um link direto gratuito para a audição das canções online. Será oferecido um exemplar à entidade acolhedora e também estará disponível para venda.

Público alvo: pré-escolar, 1o e 2o ciclo.

LUSITANIAN GHOSTS

"Onde o passado se cruza com o futuro: uma missão para preservar e promover a cultura musical portuguesa, adaptando as anciãs violas regionais populares ao rock n roll internacional."

Um país milenar com raízes etno-musicais que ultrapassam os séculos. Instrumentos cordofones desconhecidos pelo mundo e quase esquecidos em Portugal; com nomes tão apaixonantes quanto as suas variadas afinações: a Amarantina, Beiroa, Toeira, Braguesa, Terceira ou Campaniça. Neil Leyton, cantautor de rock n roll Luso-Canadiano, juntamente com o seu amigo Sueco, Micke Ghost, fundam o projecto Lusitanian Ghosts: um colectivo de artistas dedicado à experimentação casando o rock n roll internacional com os cordofones Lusitanos.

Mobirise

Com Neil Leyton, na voz, Micke Ghost, na viola Amarantina; João Sousa na bateria e percussões; Vasco Ribeiro Casais aka OMIRI na Braguesa, Nyckelharpa; João Morais aka O Gajo na Campaniça; e Abel Beja (Primitive Reason) na Terceirense, o colectivo de artistas conta ainda com o Sueco Janne Olsson, que tocou o baixo bem como a Campaniça, emprestada pel'O Gajo, durante as gravações do segundo álbum dos Ghosts no estúdio Clouds Hill, em Hamburgo.

Melómanos, fãs de cantautores, singer-songwriters e rock n roll à la Rolling Stones (sobretudo na fase dos 1960's com Brian Jones), T. Rex, David Bowie, The Waterboys ou os sons mais alternativos de exploradores sónicos como Sonic Youth, Nick Cave & the Bad Seeds e outros irão conhecer uma “velha-nova” faceta da música portuguesa actual, num projecto apaixonante. E assombrado, claro.

AGENDA:


08/07/2022
BICHO CARPINTEIRO
MARINHA GRANDE (PT) - POPULAR INATEL 21.30h

09/07/2022
DA SEIVA À ÁRVORE (Duo acústico)
MARINHA GRANDE (PT) - POPULAR INATEL 15.30h

10/07/2022
OMIRI
MOITA (PT) - PRAÇA DA REPÚBLICA 21.30h

14/07/2022
OMIRI
OSTRAVA (CZ) - FESTIVAL COLOURS OF OSTRAVA

23/07/2022
SEIVA
RIO DE ONOR (PT) - FESTIVAL RIO DE ONOR

23/07/2022
OMIRI
RIO DE ONOR (PT) - FESTIVAL RIO DE ONOR

24/07/2022
OMIRI
POMBAL (PT) - FESTIVAL TI MILHA 20.30h

29/07/2022
A CANTADEIRA
CELORICO DE BASTO (PT)

29/07/2022
OMIRI
CELORICO DE BASTO (PT)

31/07/2022
SEIVA
SANTIAGO DE COMPOSTELA (ES)

05/08/2022
SEIVA
BRAGA (PT) - FESTIVAL DO BIRA AO SAMBA

06/08/2022
SEIVA
CARVALHAIS (PT) - FESTIVAL TRADIDANÇAS

12/08/2022
OMIRI
CEM SOLDOS (PT) - FESTIVAL BONS SONS

18/08/2022
OMIRI
IRPINO (IT) - ARIANO FOLK FESTIVAL

21/08/2022
A CANTADEIRA
LAGES DO PICO (PT)

27/08/2022
OMIRI
TBC

03/09/2022
OMIRI
TBC

09/09/2022
SEIVA
TAVIRA (PT) - FEIRA DA DIETA MEDITERRÂNEA

15/09/2022
OMIRI
PONTA DELGADA (PT) - TEATRO MICAELENSE

16/09/2022
OMIRI
TERCEIRA (PT)

23/09/2022
OMIRI
PARIS (FR) - HOTEL DU VILLE

24/09/2022
SEIVA
TBC

29/09/2022
OMIRI
VALENÇA/ TUI (PT/ES) - FESTIVAL MUMI

07/10/2022
OMIRI
CATALUNHA (ES) - FIRA MANRESA

14/10/2022
OMIRI
TBA (PT)

Contactos

email: info@repasseado.pt
morada: Av. 22 de Dezembro n 27 5E
2900-670 Setúbal

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